Os mapas não são o território porque lhes escapa a subjectividade dos processos territoriais, as representações simbólicas e os imaginários que se lhes referem, e a mutabilidade permanente e a mudança a que estão expostos. Somos nós, as pessoas, que realmente criamos e transformamos os territórios, e não há uma mimese entre a materialidade espacial dos mapas e a percepção imaginária sobre o território, porque este é uma construção colectiva, moldado a partir das formas subjectivas do habitar, do transitar, do perceber, do criar e do transformar.

http://www.revistapunkto.com/2015/09/algumas-consideracoes-acerca-da-pratica.html

através das oficinas de mapeamento colectivo e de dispositivos múltiplos procuramos recriar colectivamente panoramas complexos que aprofundem os olhares críticos e potenciem subjectividades alertadas e emancipatórias, imprescindíveis para a protecção dos bens comuns contra o saque e a depredação, para a luta contra os processos de colonização e privatização do público, e para a constituição de novos mundos.

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